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NUM3R0L8G1A O Filme

Biografia

A música sempre esteve presente na vida de Lucas Parada – por dom e por ser filho de percussionista. Ainda muito novo, escolheu começar na bateria e dedicou-se exclusivamente ao instrumento de maneira pública até então. Em mais de uma década de estrada, fez parte de bandas de pop/rock/ska (Madame Machado e Hover); ganhou o reality show Geleia do Rock como baterista, tendo a chance de se juntar a Erasmo Carlos, Samuel Rosa, Pitty, Frejat e João Barone. Este último, umas das grandes influências musicais e do nome de batismo do filho primogênito. O talento com as baquetas também pôde ser visto nos grupos Samba Urbano, Beba do Samba e com os cantores Fábio Keldani, Roberta Spindel, Marcelle Motta, Kaká Reis, Athaulfo Alves Jr., Fróes (Carrossel de Emoções), Késia Estácio e Ana Costa. Nesse meio tempo, Lucas ainda se dedicou ao jornalismo e conseguiu trazer o conhecimento da área para música. No disco de estreia – produzido por Ruxell e co-produzido por Atman – o multifacetado artista mostra uma visão interessante sobre alguns dos vários papéis sociais, o de ser pai, por exemplo, e de como as pessoas que nos rodeiam influenciam na rotina de cada dia. Era de se esperar que o primeiro trabalho fosse um projeto ambicioso. Com tamanha dedicação e apoio de família e amigos, o artista conseguiu mesclar suas paixões e já se sente realizado. Para ele, o feedback positivo de alguns privilegiados que tiveram acesso ao projeto já lhe rendeu uma conquista pessoal. No entanto, quanto mais pessoas conhecerem o que Lucas Parada tem a mostrar, melhor. Para ele, claro, e para nós!

Bruna Cora (Redatora da ROCKline e Rádio Cidade)

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O RELEASE

O Lucas é Parada, mas poderia ser Silva, Iorc ou Hooker. Afinal, um disco atual pede referências contemporâneas. Segundo o Google, “Numerologia” é “o estudo do significado oculto dos números e sua influência no comportamento e no destino dos homens”. Aliás, a primeira influência, para não dizer que não falei do passado, vem do pai Parada. Lá de cima, o músico da Jovem Guarda viu o filho, que passou pelo reality show “Geleia do Rock”, escrever todas as faixas, que passeiam por um minimalismo-eletrônico-contemporâneo. Para o álbum, os ouvidos do músico carioca foram da Bahia a Nova Iorque. Os fones de Lucas ecoaram de Saulo a Snarky Puppy. “NUM3R0L8G1A”: 14 vídeos filmados em dois dias. 14 canções compostas ao longo de 10 anos e gravadas em quatro meses. Instrumento? Um violão. O marco zero da febre de Lucas Parada é um ônibus a caminho do doce lar, onde não há lágrimas no jardim. Dê um tempo na correria desenfreada do mundo moderno e se permita ouvir “Numerologia” estalando os dedos. Você se lembra da última vez que ouviu um disco estalando os dedos?

Julio Barbosa (Jornalista do Sistema Globo de Rádio)

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ensaio oficial

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